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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Spray nasal poderá substituir comprimidos

Medicamentos são bons, mas poderiam ser melhores: eles poderiam, por exemplo, ter menos efeitos colaterais.

Toda vez que temos uma infecção ou uma dor de cabeça, por exemplo, e tomamos um comprimido, nosso corpo recebe uma quantidade da droga muito maior do que realmente precisa.

A razão para isso é que apenas uma fração do princípio ativo do medicamento contido no comprimido chega aos lugares certos do corpo. Assim, é necessário tomar uma quantidade grande para que a quantidade que chega ao lugar certo seja suficiente para fazer efeito.

Bloqueador não oferece proteção total contra câncer de pele

Um estudo britânico recém-publicado faz um alerta para quem acha que, usando protetor solar, está totalmente protegido do câncer de pele.
Segundo pesquisadores da Universidade de Manchester, não se deve confiar apenas no bloqueador como forma de prevenção de melanomas – um tipo maligno de câncer de pele.

"Os resultados ressaltam a importância de combinar o uso do protetor solar com outras medidas para proteger a cútis, como o ato de usar chapéus e roupas folgadas, além de ficar na sombra nos horários de sol forte”, afirma o professor Richard Marais, principal responsável pelo estudo.

Bactéria “dorme” para escapar de antibiótico

O maior problema enfrentado por médicos em relação ao tratamento de doenças causadas por infecções bacterianas é a crescente capacidade desses microrganismos de sobreviverem à ação de antibióticos. Algumas espécies são responsáveis por epidemias globais, como a Escherichia coli, que causa desde intoxicação alimentar até meningite e septicemia, problema com alta taxa de mortalidade. Um novo estudo, publicado na revista Nature, traz uma importante informação sobre como a E. coli se comporta na presença dos medicamentos que buscam matá-la, o que deve ajudar a desenvolver novas estratégias de combate.
No estudo, os autores fizeram experimentos em culturas de bactéria para observar como esses seres se comportavam durante uma aplicação de antibióticos. De acordo com Nalhalie Halaban, líder do trabalho e pesquisadora da Universidade Hebraica (Israel), o objetivo era adquirir mais conhecimento sobre de que maneira a E. coli evolui sob essas circunstâncias.

Os resultados obtidos apontam para uma tolerância maior dos microrganismos aos medicamentos, mas não a uma maior resistência. Em outras palavras, a bactéria não se torna propriamente imune à ação dos medicamentos, mas encontra uma maneira de suportar sua ação até que ele saia do organismo e ela possa voltar a se multiplicar. "O estudo permite o desenvolvimento de tratamentos e protocolos diferenciados que podem ajudar na prevenção dessa evolução da tolerância", acredita Halaban.

Vazamento de antraz reacende medo de pesquisas que criam supervírus

Setenta e cinco técnicos de um laboratório super-seguro do governo dos Estados Unidos podem ter sido expostos ao antraz.
O acidente ocorreu no Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em Atlanta, Geórgia, o laboratório líder dos EUA para rastrear doenças infecciosas.

Embora o incidente apresente um risco insignificante para o público, ele levantou preocupações sobre o trabalho com patógenos mortais.

O CDC afirmou que "cabeças vão rolar", mas o que realmente já rolou por água abaixo foi a confiança na garantia dos cientistas acerca da pretensa segurança dos seus procedimentos.

Conheça os Medicamentos com Posologia Espaçada

O desenvolvimento de todo medicamento leva em conta as três fases pelas quais ele passa, dentro do organismo. A primeira delas é a absorção, a segunda, a metabolização (ou seja, o processo pelo qual o organismo transforma a substância da droga em algo útil ao tratamento da doença); e a terceira é a excreção. Para diminuir a posologia de um determinado medicamento, é preciso alterar a velocidade com a qual ocorre uma dessas três fases. Ou até mais de uma, ao mesmo tempo. A lógica usada é: quanto mais rápido tudo isso acontecer, mais medicamento será necessário tomar.

Saúde inclui Fingolimode no tratamento da esclerose múltipla

Portaria do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial da União incorpora o fingolimode no tratamento para esclerose múltipla oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Até então, a rede pública oferecia apenas três medicamentos para a doença (betainterferonas, glatirâmer e natalizumabe).

O fingolimode já tem a comercialização autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Em maio, entidades que defendem pacientes com esclerose múltipla cobraram do governo a incorporação do tratamento no rol de serviços oferecidos pela rede pública.

Dados da Associação dos Portadores de Esclerose Múltipla de Santa Maria e Região mostram que, em todo o Brasil 1.600 pessoas recebem o fingolimode judicialmente. O medicamento custa R$ 6 mil por mês.

No Brasil, mais de 35 mil pessoas têm esclerose múltipla. De acordo com a associação, a maioria dos pacientes consegue levar uma vida normal, sem redução da expectativa de vida, caso siga corretamente o tratamento.

Fonte: Agência Brasil

Possível terapia para Diabetes tipo 1

Investigadores americanos descobriram uma terapia capaz de reverter o início da diabetes tipo 1 em ratinhos, um achado que pode ajudar a combater esta doença nos humanos, dá conta um estudo apresentado nas sessões científicas da Associação Americana da Diabetes.
De acordo com esta associação, a diabetes tipo 1 é geralmente diagnosticada em crianças e adultos jovens, afetando cerca de 5% do total dos pacientes com diabetes. Na diabetes tipo 1, o organismo não produz quantidades suficientes de insulina e sem esta os níveis de glicose aumentam. Os sintomas associados a esta doença incluem micção frequente, sede excessiva e perda de peso, apesar de os pacientes ingerirem uma maior quantidade de alimentos. 

Gravidez tardia aumenta longevidade

As mulheres que naturalmente são capazes de ter crianças numa fase mais tardia da vida tendem a viver mais e as variantes genéticas que as permitem dar à luz nestas circunstâncias também poderão facilitar uma maior longevidade, sugere um estudo publicado no “The Journal of the North American Menopause Society”. 
“Isto não significa que as mulheres devam esperar até uma idade mais avançada para terem filhos de forma a aumentarem a sua longevidade. Contudo, a idade da última gravidez pode funcionar como um indicador do envelhecimento”, revelou, em comunicado de imprensa, um dos autores do estudo, Thomas Perls.

Neste estudo, os investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, analisaram os dados biopsicossociais e genéticos de 551 famílias, nas quais muitos dos seus membros tinham uma longevidade excepcionalmente elevada. Os investigadores determinaram a idade em que 462 mulheres tinham tido o seu último filho e quantos anos tinham vivido. 

Cancro do pulmão e o primeiro cigarro do dia

O tempo que decorre desde o acordar até fumar o primeiro cigarro do dia pode estar associado ao risco de desenvolvimento de cancro no pulmão, dá conta um estudo publicado no “Journal of the National Cancer Institute”. 
Neste estudo, os investigadores do Instituto Nacional do Cancro, em Maryland, EUA, analisaram os dados de um questionário a que fumadores ou ex-fumadores italianos tinham respondido no âmbito de um estudo denominado por “'Environment and Genetics in Lung Cancer Etiology” (EAGLE). 

Luz azul melhora sono e ansiedade de pacientes de Alzheimer

Cada vez mais a cromoterapia comprova que a luz pode ser um medicamento de alta eficiência.
Um novo estudo mostrou que um tratamento com luz já utilizado para regular o relógio biológico também pode melhorar o sono e reduzir a depressão ou a agitação apresentadas por pessoas com Alzheimer ou outros tipos de demência.

Os resultados mostram que a exposição ao tratamento de luz durante o dia por quatro semanas aumenta significativamente a qualidade e a duração total do sono desses pacientes.

Os indicadores de depressão e agitação também se reduziram significativamente.
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