sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Ibuprofeno pode beneficiar pulmões em idade avançada

À medida que os pulmões envelhecem tornam-se mais suscetíveis à inflamação. O ibuprofeno pode reduzir essa inflamação, indica um novo estudo.

Conduzido pela Ohio State University, o estudo demonstrou que as células imunes de ratinhos idosos conseguiram lutar contra a tuberculose de forma tão eficiente como as células imunes de ratinhos jovens, após a redução da inflamação pulmonar com ibuprofeno. Por outro lado, o fármaco não exerceu qualquer efeito na resposta imune de ratinhos jovens à tuberculose.

Para o estudo, os investigadores observaram ratinhos idosos, de 18 meses de idade (o equivalente a 65 num humano), e ratinhos jovens, com três meses de idade (idade que corresponde a adultos jovens).

A equipa de investigadores procedeu à comparação de células pulmonares de ratinhos idosos com as de ratinhos jovens. Foi descoberto que nos ratinhos idosos os genes que codificam três proteínas pró-inflamatórias clássicas, denominadas citocinas, encontravam-se mais ativos nos pulmões de ratinhos idosos. 

Hanseníase tem cura

Depois de milênios de preconceitos e isolamentos, não é admirar que muitas pessoas não saibam que a hanseníase tem cura.

A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, conhecida no passado como lepra.
Causada pelo bacilo de Hansen, manifesta-se por lesões de pele com alteração de sensibilidade e comprometimento neurológico.

A hanseníase tem cura e, logo no início do tratamento, os riscos de transmissão da doença são baixíssimos, porque os bacilos se tornam inviáveis pela alta sensibilidade ao esquema de medicamentos utilizados.

Transmissão da hanseníase

A transmissão da hanseníase acontece por contato prolongado ou intenso de indivíduos suscetíveis com pacientes não tratados, especialmente no ambiente domiciliar.

Desta forma, é importante que familiares e pessoas próximas ao doente procurem um posto de saúde para avaliação. O diagnóstico é clínico, baseado na presença de lesões de pele com alteração de sensibilidade, espessamento de nervos periféricos, acompanhado de alteração de sensibilidade.

Cientistas criam vetor viral para fortalecer imunidade contra o câncer

Pesquisadores de Campinas trabalham no desenvolvimento de um vetor viral capaz de modificar o funcionamento de determinadas células de defesa e, dessa forma, estimular o sistema imunológico a combater o câncer com mais eficiência.

A pesquisa está sendo realizada com apoio da FAPESP no Laboratório de Vetores Virais (LVV), instalado no Laboratório Nacional de Biociências do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (LNBio/CNPEM).

Dados preliminares foram apresentados pelo coordenador do LVV, Marcio Chaim Bajgelman, durante a 29ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG).

“Além da mutação genética que desencadeia o câncer, há uma série de outros eventos que ocorrem paralelamente no organismo e podem favorecer ou não a proliferação das células tumorais. Um desses eventos é a própria resposta imunológica do indivíduo, que nós estamos tentando modular”, disse Bajgelman.

domingo, 23 de novembro de 2014

Farmacêuticos contra a MP 653/14

A votação do relatório final da comissão mista que analisa a MP das Farmácias (MP 653/2014), foi adiada para a próxima quarta-feira (26). O adiamento foi a pedido do senador José Pimentel (PT-CE), membro da comissão e líder do governo no Congresso. Ele explicou que muitos integrantes do colegiado precisariam comparecer à reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Temos que garantir que as Farmácias sejam estabelecimentos de saúde e tenham em todo horário de funcionamento a presença do Farmacêutico para orientar a população quanto ao uso correto dos medicamentos, contribuindo assim para a prevenção, tratamento e cura das doenças.

Mesmo distantes de Brasília podemos fazer nossa parte: 


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Criado um fármaco que imita o colesterol bom

Colesterol bom sintético

Cientistas criaram um composto sintético que imita o "colesterol bom".

Os primeiros testes demonstraram que o fármaco reduz o acúmulo de placas nas artérias de cobaias.

O composto, que é tomado por via oral, melhorou os indicadores do colesterol em apenas duas semanas.

Os resultados são animadores rumo a um novo método para o tratamento da aterosclerose, uma condição em que o acúmulo de placas nas artérias pode causar ataques cardíacos e derrames.

"Esta pesquisa dá um grande passo em direção à implementação clínica de novas terapias," disse o professor Reza Ghadiri, do Instituto de Pesquisas Scripps (EUA).

Lipoproteínas

Conheças as vitaminas E e K

Quantidades saudáveis de vitaminas E e K podem ser adquiridas por uma alimentação equilibrada.
Vitamina E

Café, e não cafeína, faz bem para o fígado

Pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos concluíram que beber café pode beneficiar a saúde do fígado.
Os resultados mostram que o aumento do consumo de café, independentemente do teor de cafeína, está associado a níveis mais baixos de enzimas hepáticas anormais.

Isto indica que compostos químicos presentes no café podem ajudar a proteger o fígado.

Como os pesquisadores avaliaram a ingestão de café com diferentes níveis de cafeína e café descafeinado, a cafeína não é o responsável pelos benefícios documentados.

Café para o fígado

Argila é eficaz contra ferimentos e infecções

Argila antibacteriana

Cientistas acreditam ter dominado mais uma antiga técnica usada pela medicina popular.

Há milênios, em várias partes do mundo, as pessoas vêm usando a argila para fazer emplastros para o tratamento e cicatrização de queimaduras e outros ferimentos.

Agora, a equipe da Dra. Lynda Williams, da Universidade do Estado do Arizona (EUA), descobriu que a argila pode ser ainda mais poderosa do que se acreditava.

Os pesquisadores demonstraram que uma argila natural, extraída de um depósito vulcânico no estado do Oregon, é capaz de destruir até mesmo as temidas superbactérias.

As superbactérias, como a MRSA, são microrganismos que se tornaram resistentes aos antibióticos, representando hoje um problema mundial de saúde.

Supercomputadores podem evitar efeitos colaterais de medicamentos

É bem sabido que a medicina salva muitos; mas também mata milhares.
Um levantamento feito nos EUA revelou que as vítimas dos efeitos colaterais dos medicamentos podem chegar a 225.000 por ano apenas naquele país. Uma reportagem mais recente da revista Nature admite 100.000 mortes anuais.

É fato que os novos medicamentos criados pelas empresas farmacêuticas têm ajudado milhões de pessoas, mas a perda de vidas por efeitos colaterais não é um assunto que possa ser deixado de lado.

Algoritmo

Pensando assim, pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore (EUA) desenvolveram uma técnica para que supercomputadores possam identificar proteínas que fazem com que os medicamentos induzam reações adversas, os efeitos colaterais negativos.

Brasileiros identificam processo de migração de tumores

Pesquisadores brasileiros identificaram um microRNA que parece favorecer processos de migração e invasão tumoral nos casos de câncer de tireoide do tipo carcinoma papilífero.

A descoberta, que abre caminho para o desenvolvimento de novas terapias e de testes que permitam avaliar com maior precisão o prognóstico de pacientes, foi feita no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP).

"Observamos em estudos in vitro que, quando a expressão do microRNA-146b aumenta, as células tumorais apresentam maior capacidade de migração. Já quando a expressão desse microRNA é inibida, as células parecem ter mais dificuldade para sair do lugar", disse Marinilce Fagundes dos Santos, pesquisadora responsável pelo projeto.

Edição biológica

Como o nome sugere, os microRNAs são pequenos pedaços de RNA que, embora não contenham informações para a produção de proteínas, têm um importante papel regulatório no genoma, explicou a pesquisadora.
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