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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Câmara aprova projeto que libera inibidores de apetite

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (8) o Projeto de Decreto Legislativo 1123/13, do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que suspende a proibição dos inibidores de apetite imposta por resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011. A proposta seguirá para votação no Senado.

A Resolução 52/11, da Anvisa, proibiu a produção e a venda, sob prescrição médica, dos medicamentos que auxiliam no emagrecimento, entre eles os com princípio ativo anfepramona, femproporex e mazindol.

Para o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, que participou de uma reunião de líderes partidários da Câmara sobre o assunto, no dia 1º de abril, a proibição dos inibidores de apetite atende a uma questão de saúde.

“O risco, neste caso, é hipertensão pulmonar, hipertensão arterial e os distúrbios psiquiátricos causados nas pessoas que usam os produtos”, disse Barbano, para quem os medicamentos não oferecem resultados de perda de peso sustentada em longo prazo.

Fiocruz alerta para chegada da chikungunia, doença parecida com a dengue, no Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.

Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

6 carreiras promissoras no setor farmacêutico

Da mediação entre governo e indústria até a missão de fazer o contato com líderes de opinião da comunidade científica; veja que funções estarão em alta no setor. 

Nos últimos anos, o setor farmacêutico no Brasil viveu uma revolução. A entrada dos genéricos no mercado é um dos motivos, mas não o único. “O governo é o principal cliente da indústria farmacêutica e ele mudou”, afirma Silvia Carvalho, consultora sócia da Abrahams Executive Search. 

A demanda ficou mais exigente e a competição, acirrada. Para responder a este cenário, novas profissões foram criadas. E, a tendência, é que ocupem mais espaço no mercado, segundo a especialista. Confira quais são estes cargos e o perfil ideal para ocupá-los:

Gerente de acesso ao mercado público

Reações bizarras de Medicamentos

Todos nós tomamos um remédio pelo menos alguma vez durante o nosso dia a dia, seja para uma dor de estômago ou para a popular dor de cabeça que todo mundo sente. Porém, cada medicamento possui seus riscos, os chamados efeitos colaterais. E existem alguns desses efeitos que são um tanto quanto bizarros para não dizer estranhos.

Exemplo do medicamento chamado Mirapexin, utilizado por pacientes com Mal de Parkinson pode levar a amnésia, além de poder provocar alucinações, e também a vontade incomum de apostar.

O Levaquin, um medicamento utilizado para o tratamento de algumas infecções bacterianas pode deixar o paciente sensível à luz, podendo causar queimaduras de segundo grau quando a pele está exposta diretamente ao sol.

Os adolescentes que usam o Roacutan para o combate a acne podem ter entre os efeitos colaterais o surgimento de um pseudo-tumor cerebral, depressão, convulsões além de provocar vontade de suicídio pelo paciente.

Agora, o medicamento que possui efeito colateral mais bizarro de todos é o Avandia, utilizado para o tratamento de Diabetes tipo 2, este medicamento pode causar gravidez! Porque ele pode provocar o reinício da ovulação, sendo assim a mulher liberará um óvulo fora do ciclo menstrual normal. Além do mais o medicamento pode causar acidentes vasculares cerebrais e danos cardiovasculares. Por isso o medicamento foi suspenso pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Os tipos de câncer a que é preciso estar mais atento em 2014

Quase 580 mil brasileiros devem receber este ano um dos mais temidos diagnósticos: o de câncer. Veja quais serão os tipos mais comuns da doença para cada sexo no país

Em 2014, 68 mil homens do país devem se descobrir com câncer de próstata e 57 mil mulheres serão diagnosticadas com tumores malignos na mama. Com exceção do câncer de pele não melanoma, nenhum outro tipo da doença atingirá tantos os brasileiros quanto esses dois, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Na semana, em que foi comemorado o Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, o INCA lançou uma campanha de conscientização apoiado nos números estimados de novos casos em 2014.

Neste ano, 576 mil pessoas serão diagnosticadas com a doença, de acordo com as projeções oficiais.

A pílula viva da Amgen

Forte nos genéricos, laboratório americano agora aposta nos biomedicamentos para ampliar os negócios no País

Nos últimos anos, a indústria farmacêutica brasileira viveu dois extremos. O primeiro, de euforia, quando foram lançados os medicamentos genéricos, em 1999. Os remédios sem marca, como são conhecidos, e que não podem custar mais do que 65% do valor do produto de referência, tornaram-se uma gigantesca fonte de oportunidades para o setor, atraindo companhias de todas as partes do mundo e grandes investimentos. O segundo, ainda em curso, é um ciclo de incertezas no mercado de fármacos conhecidos como similares. Essas formulações não são classificadas como genéricos, mas poderão ser tratadas como tal, a contragosto dos fabricantes, com a mesma política de preços.  
Essa decisão está nas mãos da agência que regulamenta o setor, a Anvisa. 

Enquanto os fabricantes de medicamentos aguardam com apreensão os desdobramentos dessa questão, discutida em audiência pública recentemente, o laboratório americano Amgen corre por fora. A companhia californiana, com faturamento global de US$ 18,7 bilhões no ano passado, entrou no País ao adquirir a fabricante paulista de genéricos Bergamo, em 2011. No entanto, ela logo percebeu que a melhor receita para concorrer aqui seria investir em medicamentos de alta tecnologia, os chamados biomedicamentos. 

Fumo passivo causa danos irreversíveis nas artérias das crianças

A exposição das crianças ao fumo do tabaco causa danos irreversíveis nas artérias. O estudo publicado no “European Heart Journal” dá conta que o espessamento das artérias resultante desta exposição significa que estas crianças vão ter um maior risco de enfarte agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral mais tarde na vida.

Neste estudo, investigadores australianos e finlandeses decidiram acompanhar crianças até à idade adulta, de modo a analisar se havia uma associação entre a exposição ao fumo do tabaco dos pais e um aumento da espessura íntima-média da artéria carótida, na idade adulta.

No início do estudo, os participantes tinham entre três e dezoito anos de idade. Foram avaliados os hábitos tabágicos dos pais e, na idade adulta, os participantes foram submetidos a uma ressonância para medição da espessura das paredes das artérias. 

Cientistas mais perto da cura para a diabetes

Cientistas norte-americanos conseguiram transformar células de pele normais em células pancreáticas produtoras de insulina, o que potencialmente abre a porta a uma cura para a diabetes, avança o Diário de Notícias.

Cientistas buscam novos medicamentos fora dos laboratórios das farmacêuticas

Três semanas após começar a trabalhar na Johnson & Johnson, Peter Lebowitz assumiu sua primeira grande missão como diretor de pesquisa: ir à Califórnia para avaliar um medicamento promissor contra o câncer.
Ali, ele examinou detalhadamente a nova droga durante três dias. No voo de volta para a Costa Leste, ele enviou um e-mail para alertar o chefe: a J&J deve fazer todo o possível para incluir a pílula no seu portfólio antes que um concorrente o faça.

Lebowitz e outros cientistas de farmacêuticas desempenham um papel cada vez mais vital como caçadores de novos medicamentos desenvolvidos fora de seus laboratórios, com a meta de renovar a linha de produtos.

A rivalidade nessa busca pode ser bem acirrada. Após a visita de Lebowitz, em 2011, ele e os executivos da J&J fizeram várias viagens à empresa californiana que desenvolveu o medicamento para criar laços pessoais que pudessem influenciar um acordo. No fim daquele ano, a J&J tinha superado concorrentes como a Novartis para comprar os direitos da droga.

Chocolate negro e a produção de compostos anti-inflamatórios

Os benefícios do chocolate negro são debatidos já há alguns séculos, mas só agora os investigadores da Universidade Estatal de Louisiana, nos EUA, descobriram que determinadas bactérias no estômago digerem o chocolate e fermentam-no em compostos anti-inflamatórios que são benéficos para o coração.


“Descobrimos que há dois tipos de microrganismos no estômago: os “bons” e os “maus”. Os microrganismos benéficos encontrados no estômago, nomeadamente as Bifidobacterium e as bactérias produtoras de ácido lático, fazem um festim com o chocolate. Quando se ingere chocolate negro, as bactérias crescem e fermentam-no e produzem compostos anti-inflamatórios”, referiu, em comunicado de imprensa, um dos autores do estudo, Maria Moore.

O estudo apresentado na Reunião Nacional da Sociedade Química Americana apurou que, quando estes compostos anti-inflamatórios são absorvidos pelo organismo, diminuem a inflamação do tecido cardiovascular, reduzindo a longo prazo o risco de acidente vascular cerebral. 
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