quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Google desenvolve pulseira para detectar câncer

O Google está desenvolvendo tecnologia para diagnosticar câncer, ataques cardíacos e acidentes cardiovasculares iminentes, além de outras doenças, bem mais cedo do que é possível atualmente.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Cientistas transformam células-tronco em 'assassinas' de câncer

Cientistas da Escola de Medicina de Harvard descobriram um jeito de transformar células-tronco em 'máquinas' para lutar contra o câncer cerebral.

Em uma experiência com ratos, as células-tronco foram geneticamente modificadas para produzir toxinas que podem matar tumores no cérebro sem matar as células normais.

Pesquisadores dizem que o próximo passo seria testar esse processo em seres humanos.

"Depois de fazer toda a análise molecular e de imagem para controlar a inibição da síntese de proteínas dentro de tumores cerebrais, nós vimos as toxinas matarem as células cancerígenas", explicou Khalid Shah, principal autor da pesquisa e diretor do Laboratório de Neuroterapia no Hospital de Massachusetts e na Escola de Medicina de Harvard.

"Toxinas para matar o câncer têm sido utilizadas com grande sucesso em uma variedade de tumores sanguíneos, mas eles não funcionam bem em tumores sólidos, porque os tumores não são tão acessíveis e as toxinas têm uma vida curta."

domingo, 26 de outubro de 2014

A polêmica dieta do hormônio da gravidez

Torna-se moda no Brasil regime que usa hormônio produzido na gestação com promessa de emagrecimento rápido, mas especialistas não reconhecem sua eficácia.

A lista dos regimes da moda ganhou mais um nome: a dieta do hCG. A dieta que conquista adeptos no País prescreve doses do hormônio gonadotrofina coriônica humana (a sigla em inglês é hCG) por cerca de 40 dias consecutivos. A substância é fabricada nos primeiros dias de gravidez e pode ser indicada em tratamentos de infertilidade e alterações no desenvolvimento de ovários e testículos.

sábado, 18 de outubro de 2014

Estudo comprova atividades antioxidante e antimicrobiana da própolis orgânica brasileira

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de própolis, sendo superado apenas pela China. Das 700 a 800 toneladas de própolis consumidas anualmente no mundo, o país responde por 150 a 170 toneladas, atendendo, entre outros clientes, a 80% da demanda do mercado japonês. No entanto, o número de patentes brasileiras em relação ao produto é, ainda, extremamente baixo. Estima-se que mais de 43% das patentes mundiais com própolis brasileiras tenham sido depositadas por instituições ou empresas do Japão.

Há, atualmente, um forte interesse do mercado europeu pela própolis orgânica certificada produzida no Brasil, porque o produto estaria isento de metais pesados e contaminantes microbianos, bem como pela peculiaridade de seu sabor suave. Mas não havia, até recentemente, nenhum estudo atestando que essa própolis fosse capaz de atender às expectativas dos consumidores, que buscam o produto por suas possíveis propriedades antioxidantes, antimicrobianas, anti-inflamatórias, anticariogênicas e até mesmo anticancerígenas.

Um estudo que confirmou as propriedades antioxidantes e antimicrobianas da própolis orgânica certificada produzida na Região Sul do Brasil foi finalizado recentemente pelo engenheiro agrônomo Severino Matias de Alencar, professor associado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).

Como os antioxidantes aceleram o câncer

Mito dos antioxidantes

Há décadas, pessoas de todo o mundo conscientes da importância da própria saúde têm tomado suplementos de antioxidantes  e preferido alimentos ricos em antioxidantes, acreditando ser este um dos caminhos para uma boa saúde e uma vida longa.

No entanto, ensaios clínicos de suplementos antioxidantes têm repetidamente frustrado as esperanças dos consumidores que os ingerem na esperança de reduzir o risco de câncer. Praticamente nenhum desses ensaios conseguiu demonstrar qualquer efeito protetor dos antioxidantes contra o câncer.

De fato, em vários estudos, a suplementação com antioxidantes tem sido associada com aumento das taxas de certos tipos de câncer. Em um ensaio, fumantes que tomavam beta-caroteno apresentaram taxas de incidência de câncer de pulmão maiores, e não menores.

Carência de vitamina D aumenta risco de esquizofrenia?

Os indivíduos com carência de vitamina D são duas vezes mais propensos a serem diagnosticados com esquizofrenia comparativamente com aqueles que têm níveis normais desta vitamina, sugere um estudo publicado no “Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism”.


A vitamina D ajuda o organismo a absorver cálcio e é necessária para a saúde óssea a e muscular. A pele produz naturalmente esta vitamina após a exposição solar. As pessoas podem também obter pequenas quantidades desta vitamina através de alimentos como o leite enriquecido com vitamina D. Estima-se que mais de 1 bilhão de indivíduos em todo o mundo tenha níveis deficientes desta vitamina devido a uma baixa exposição solar.

A esquizofrenia é uma doença mental caracterizada por delírios e alucinações. Uma vez que esta patologia é mais frequente em latitudes altas e climas frios, os investigadores colocaram a hipótese de a vitamina D estar associada à doença.

Neste estudo, os investigadores da Universidade Isfahan, no Irã, fizeram uma revisão bibliográfica de 19 estudos observacionais que tinham avaliado a relação entre a vitamina D e a esquizofrenia. Estes trabalhos analisaram os níveis de vitamina D e a saúde mental de 2.804 indivíduos. Os níveis desta vitamina foram determinados através de análises ao sangue. 

Contra a fobia social, psicoterapia, e não antidepressivo

A psicoterapia - e não a medicação - é o melhor tratamento para o Transtorno de Ansiedade Social.

A conclusão é de um grande estudo liderado por Evan Mayo-Wilson, da Universidade Johns Hopkins (EUA).
Outros estudos já haviam concluído que antidepressivos sem terapia não têm efeito.

Embora os antidepressivos sejam o tratamento mais usado para o transtorno de ansiedade social, ou fobia social, a equipe do Dr. Evan afirma que a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é mais eficaz.

E, ao contrário da medicação, a terapia pode ter efeitos de longa duração após o término do tratamento, enquanto os antidepressivos podem apresentar problemas de dependência.

Fobia social

Fármaco mostra resultados promissores contra a hipertensão

Um novo medicamento em fase de desenvolvimento mostrou resultados animadores no tratamento contra a hipertensão.

Os ratos hipertensos que receberam a rostafuroxina melhoraram em 50% a capacidade de relaxamento das artérias, revertendo o quadro de estresse oxidativo observado no endotélio e reduzindo significativamente os índices de pressão arterial.

Os testes foram feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), e publicados no Journal of Hypertension.

Ouabaína

"A rostafuroxina é um fármaco antagonista das ações da ouabaína, hormônio responsável por fazer o controle fino do manuseio de sódio no rim, da volemia [quantidade de sangue circulando no corpo] e das concentrações intracelulares de cálcio nos vasos sanguíneos e no coração. Estudos anteriores mostraram que 45% dos pacientes hipertensos apresentam concentrações elevadas de ouabaína no plasma", contou a Luciana Venturini Rossoni.

Saiba como evitar o contágio por ebola

Com mais casos de ebola sendo registrados fora do epicentro do atual surto, o risco de contágio tem aumentado.

Por outro lado, especialistas têm aprendido mais sobre como conter o vírus, que já infectou cerca de 7,5 mil pessoas só na África Ocidental.

Casos também foram registrados na Espanha e nos Estados Unidos - onde uma pessoa morreu -, e um suspeito foi registrado no Brasil, mas o exame apontou resultado negativo.

Evite o contato

O ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corpóreos: sangue, saliva e vômito podem transportar o vírus.

Parentes dos pacientes e os profissionais de saúde que os tratam são os indivíduos em maior situação de risco. Porém, qualquer pessoa que se aproxime de infectados por ebola está em risco.

Por esta razão, o contato deve se restringir a situações de cuidados médicos essenciais e sempre mediante precauções, como usar a roupa de proteção completa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cremes para pele podem conter elevadas doses de mercúrio

Enquanto a maioria dos países tenta livrar-se da poluição pelo mercúrio, algumas pessoas estão esfregando-o no rosto e até mesmo injetando no próprio corpo cremes com o metal pesado.

Embora o mercúrio possa clarear a pele, eliminando manchas escuras e até mesmo acne, as pesquisas mostram que o líquido prateado pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo deterioração cognitiva, danos nos rins, dores de cabeça, fadiga, tremores nas mãos, depressão e outros sintomas.

"Nos EUA, o limite de mercúrio em produtos é de 1 parte por milhão. Em alguns desses cremes, encontramos níveis tão altos quanto 210 mil partes por milhão," relatou o Dr. Gordon Vrdoljak, do Departamento de Saúde Pública da Califórnia.

"Se as pessoas usarem o produto com regularidade, suas mãos vão exalá-lo, ele vai entrar na sua alimentação, ficar nas suas mesas e nos lençóis que seus filhos dormem," denunciou ele.

Concentração de mercúrio
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