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Profissional Farmacêutico

Ao escolher a profissão farmacêutica, conscientize-se de que deverá gostar muito de estudar, pois trata-se de uma profissão que exige a integração de muitos conhecimentos de áreas diversas, que necessitam de constantes atualizações em pesquisas com novos fármacos.     
 
O Farmacêutico é um profissional completo, sua formação abrange várias áreas, tais como: física, matemática, muita química, muita biologia e conhecimentos específicos da profissão; isso o habilita a atuar nas áreas de medicamentos, análises clínicas e toxicológicas e alimentos; e, ainda conhecer necessidades e determinar cuidados para promover a saúde e a qualidade de vida dos pacientes – é a “Atenção Farmacêutica”, criada para identificar e orientar no uso adequado dos medicamentos. Além dessas, várias outras áreas de atuação ainda podem ser citadas como: indústrias de medicamentos, alimentos, cosméticos, fitoterápicos, reagentes e correlatos; drogarias e farmácias comerciais e de manipulação, homeopáticas e antroposóficas; educação e pesquisa; hospitais e clínicas; saúde coletiva e legislação e em empresas de biotecnologia e domissanitários.   
 
Enfim, o profissional farmacêutico é um orientador da saúde e sua maior recompensa é ajudar o próximo, afinal, o uso inadequado de um medicamento pode comprometer vidas; o convívio com equipes multiprofissionais de saúde permite a aplicação de todo o conhecimento adquirido e a troca de experiências; a oportunidade de comandar seu próprio negócio, também é uma grande vantagem desse profissional. 

Áreas de Atuação do Farmacêutico

Acupuntura
Administração de laboratório clínico
Administração farmacêutica
Administração hospitalar
Análises clínicas
Assistência domiciliar em equipes multidisciplinares
Atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência
Auditoria farmacêutica
Bacteriologia clínica
Banco de cordão umbilical
Banco de leite humano
Banco de sangue
Banco de Sêmen
Banco de órgãos
Biofarmácia
Biologia molecular
Bioquímica clínica 
Bromatologia
Citologia clínica
Citopatologia
Citoquímica
Controle de qualidade e tratamento de água, potabilidade e controle ambiental
Controle de vetores e pragas urbanas
Cosmetologia
Exames de DNA
Farmacêutico na análise físico-química do solo
Farmácia antroposófica
Farmácia clínica
Farmácia comunitária
Farmácia de dispensação
Fracionamento de medicamentos
Farmácia dermatológica
Farmácia homeopática
Farmácia hospitalar
Farmácia industrial
Farmácia magistral
Farmácia nuclear (radiofarmácia)
Farmácia oncológica
Farmácia pública
Farmácia veterinária
Farmácia-escola
Farmacocinética clínica
Farmacoepidemiologia
Fitoterapia
Gases e misturas de uso terapêutico
Genética humana
Gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
Hematologia clínica
Hemoterapia
Histopatologia 
Histoquímica
Imunocitoquímica
Imunogenética e histocompatibilidade
Imunohistoquímica
Imunologia clínica
Imunopatologia
Meio ambiente, segurança no trabalho, saúde ocupacional e responsabilidade social
Micologia clínica
Microbiologia clínica
Nutrição parenteral
Parasitologia clínica
Saúde pública
Toxicologia clínica
Toxicologia ambiental
Toxicologia de alimentos
Toxicologia desportiva
Toxicologia farmacêutica
Toxicologia forense
Toxicologia ocupacional
Toxicologia veterinária
Vigilância sanitária
Virologia clínica



Atualização da nova CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) 
do Ministério do Trabalho da Profissão de Farmacêutico

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, no dia 31de janeiro a atualização na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO/Ministério do Trabalho), documento que reconhece, nomeia e codifica as ocupações existentes no mercado de trabalho, no Brasil. De acordo com a atualização, a atuação do farmacêutico contempla as seguintes ocupações: farmacêutico, farmacêutico analista clínico; farmacêutico de alimentos; farmacêutico em práticas integrativas e complementares; farmacêutico em saúde pública; farmacêutico industrial; farmacêutico toxicologista; e farmacêutico hospitalar e clínico. Entre estas oito ocupações, a CBO lista, ainda, mais de cem títulos sinônimos (Confira lista abaixo ou no link – (http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTitulo.jsf )
De acordo com a descrição sumária, da CBO, o farmacêutico realiza ações específicas de dispensação de produtos e serviços farmacêuticos. Pode produzir esses produtos e serviços em escala magistral e industrial. Também realiza ações de controle de qualidade de produtos e serviços farmacêuticos, gerenciando o armazenamento, distribuição e transporte desses produtos. Desenvolve produtos e serviços farmacêuticos, pode coordenar políticas de assistência farmacêutica e atua na regulação e fiscalização de estabelecimentos, produtos e serviços farmacêuticos. Realiza análises clínicas, toxicológicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e bromatológicas. Pode realizar pesquisa sobre os efeitos de medicamentos e outras substâncias sobre órgãos, tecidos e funções vitais dos seres humanos e dos animais.
“A atualização é uma grande conquista de toda categoria e se fazia necessária, e fundamental para a atuação do farmacêutico, desde 2002, quando o Ministério da Educação, por meio da Resolução CNE nº 2, com as novas Diretrizes Curriculares, definiu como generalista a formação do profissional farmacêutico, contemplando especialidades e habilitações. Mas, até este dia, as especialidades não faziam parte da CBO, que contemplava apenas duas ocupações, o que prejudicava o farmacêutico em diversas outras áreas de atuação”, comentou Walter Jorge João, Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF).
Para Walter Jorge João a atualização, que define as ocupações do farmacêutico, representa, também, uma conquista para a sociedade. “Com o reconhecimento do Ministério do Trabalho, o farmacêutico pode prestar seus serviços de saúde em atividades que grande parte da população desconhece, como na acupuntura, produção de alimentos, fitoterapia, segurança do trabalho e muito mais”, completou.

Descrição das ocupações

Farmacêuticos

Títulos: 
2234-05 – Farmacêutico:  

Farmacêutico auditor, Farmacêutico de manipulação, Farmacêutico em atenção farmacêutica, Farmacêutico em biofarmácia, Farmacêutico em biossegurança, Farmacêutico em cosmetologia, Farmacêutico em farmacocinética clínica, Farmacêutico em farmacotécnica, Farmacêutico em farmácia comunitária, Farmacêutico em farmácia veterinária, Farmacêutico farmacologista, Farmacêutico magistral

2234-15 - Farmacêutico analista clínico

Farmacêutico analista clínico (bioquímico), Farmacêutico em análises clínicas, Farmacêutico em bacteriologia clínica, Farmacêutico em banco de materiais biológicos, Farmacêutico em banco de sangue, Farmacêutico em banco de sêmen, Farmacêutico em banco de órgãos, tecidos e células, Farmacêutico em biologia molecular, Farmacêutico em bioquímica clínica, Farmacêutico em citogenética, Farmacêutico em citologia clínica e diagnóstica, Farmacêutico em citopatologia, Farmacêutico em citoquímica, Farmacêutico em genética, Farmacêutico em hematologia clínica, Farmacêutico em hemoterapia, Farmacêutico em histocompatibilidade, Farmacêutico em histoquímica, Farmacêutico em imunocitoquímica, Farmacêutico em imunogenética, Farmacêutico em imunologia clínica, Farmacêutico em imunopatologia, Farmacêutico em micologia clínica, Farmacêutico em microbiologia clínica, Farmacêutico em parasitologia clínica, Farmacêutico em virologia clínica

2234-20 - Farmacêutico de alimentos

Farmacêutico bromatologista, Farmacêutico em alimentos funcionais e nutracêuticos, Farmacêutico em análise de alimentos, Farmacêutico em banco de leite, Farmacêutico em controle de qualidade de alimentos, Farmacêutico em indústria de alimentos, Farmacêutico em microbiologia de alimentos, Farmacêutico em nutrição animal, Farmacêutico em pesquisa e desenvolvimento de alimentos, Farmacêutico em produção de alimentos.

2234-25 - Farmacêutico em práticas integrativas e complementares

Farmacêutico acupunturista, Farmacêutico antroposófico, Farmacêutico em plantas medicinais e fitoterapia, Farmacêutico em termalismo social/crenoterapia, Farmacêutico fitoterapeuta, Farmacêutico homeopata.

2234-30 - Farmacêutico em saúde pública

Farmacêutico em controle de qualidade e tratamento de água, Farmacêutico em controle de vetores e pragas urbanas, Farmacêutico em estratégia da saúde da família, Farmacêutico em farmacoepidemiologia, Farmacêutico em farmacovigilância, Farmacêutico em farmácia pública, Farmacêutico em gerenciamento dos resíduos em serviços de saúde, Farmacêutico em gestão ambiental, Farmacêutico em gestão de assistência farmacêutica, Farmacêutico em saúde ambiental, Farmacêutico em saúde ocupacional, Farmacêutico em segurança do trabalho, Farmacêutico em vigilância epidemiológica.

2234-35 - Farmacêutico industrial

Farmacêutico em alfândega, Farmacêutico em armazenamento, Farmacêutico em biotecnologia industrial, Farmacêutico em controle de qualidade de insumos, medicamentos, cosméticos e produtos veterinários, Farmacêutico em distribuidora, Farmacêutico em domissanitários, Farmacêutico em indústria de cosméticos, Farmacêutico em indústria farmacêutica, Farmacêutico em indústria químico-farmacêutico, Farmacêutico em indústria veterinária, Farmacêutico em pesquisa e desenvolvimento de fármacos, Farmacêutico em transportadora, Farmacêutico logístico

2234-40 - Farmacêutico toxicologista

Farmacêutica criminalista, Farmacêutico em análise de solo, Farmacêutico em toxicologia ambiental, Farmacêutico em toxicologia analítica, Farmacêutico em toxicologia clínica, Farmacêutico em toxicologia de alimentos, Farmacêutico em toxicologia de cosméticos, Farmacêutico em toxicologia de emergência, Farmacêutico em toxicologia de medicamentos, Farmacêutico em toxicologia desportiva, Farmacêutico em toxicologia experimental, Farmacêutico em toxicologia forense, Farmacêutico em toxicologia ocupacional, Farmacêutico em toxicologia veterinária

2234-45 - Farmacêutico hospitalar e clínico

Farmacêutico clínico, Farmacêutico clínico domiciliar, Farmacêutico clínico em cardiologia, Farmacêutico clínico em cuidados paliativos, Farmacêutico clínico em famarcocinética clinica, Farmacêutico clínico em farmacovigilância, Farmacêutico clínico em geriatria, Farmacêutico clínico em hematologia, Farmacêutico clínico em oncologia, Farmacêutico clínico em pediatria, Farmacêutico clínico em reumatologia, Farmacêutico clínico em terapia antineoplásica, Farmacêutico em assistência domiciliar, Farmacêutico em cuidados paliativos, Farmacêutico em gases e misturas de usos terapêuticos, Farmacêutico em homecare, Farmacêutico em homoderivados, Farmacêutico em nutrição parenteral, Farmacêutico em pesquisas clínicas, Farmacêutico em radioisótopos, Farmacêutico nuclear, Farmacêutico pré-hospitalar em serviços de urgência e emergência, Radiofarmacêutico.

Símbolos da Farmácia
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O Olho de Hórus

O Olho de Hórus foi um dos amuletos mais comuns do antigo Egito. Assemelha-se a uma cabeça de falcão estilizada com seu olho. O Deus Hórus é o Deus do sol e do céu, estando associado com a regeneração, saúde e prosperidade. Também foi associado ao ocultismo e exoterismo. Este olho também recebe o nome de “udjat” ou “utchat, o que significa “olho sonoro”.

Segundo a mitologia, Hórus era filho de Osíris e Isis, também era chamado de “Hórus, que legisla com os dois olhos”. Seu olho direito representava o sol e o olho esquerdo representava a lua. De acordo com a lenda, Hórus perdeu seu olho esquerdo durante um combate com seu tio malévolo, Seth, enquanto vingava a morte de seu pai. Seth arrancou o olho de Hórus, mas perdeu o combate porque o conselho dos deuses considerou Hórus vitorioso. O olho foi recolocado pelos poderes mágicos do deus Thoth. Hórus então ofereceu o olho a Osíris, que o fez renascer.     

Como amuleto, o Olho de Hórus pode ser encontrado em três diferentes variedades: só o olho esquerdo, só o olho direito ou ambos. O olho é construído em frações múltiplas de 1/64 avos, que fazia parte da mágica de Thoth.

O Olho de Hórus é representado como um olho humano, caracterizado pelo estilo egípcio típico, que lembra a cabeça de um falcão.      

O atual símbolo das farmácias e das prescrições, Rx, é derivado das três partes que compõem Olho de Hórus.                       

No antigo Egito, o olho era usado durante os funerais, como um amuleto de proteção contra o mal e para garantir o renascimento na nova vida, decorando múmias, sarcófagos e tumbas. O Livro da Morte instrui que os olhos utilizados em amuletos devem ser feitos de uma pedra denominada “Lapis Lazuli” ou uma pedra denominada mak, incrustadas em ouro.                

Como adorno, pode ser feito de ouro, prata, lápis, madeira, porcelana ou coralina. Neste caso, o olho serve para garantir segurança, proteção saúde e dar a quem utiliza sabedoria e prosperidade. Também é denominado “o olho que tudo vê”.                   

O Olho de Hórus e a Farmácia

Como dissemos, o Olho de Hórus está associado ao símbolo Rx, que representa a farmácia moderna. A figura ao lado compara os dois símbolos, e como se vê, são muito parecidos.       
Mas, mais que isso, o Olho de Hórus é também uma espécie de régua, um instrumento de medida.                       
Os antigos egípcios usavam um sistema de frações baseado em caracteres distintos, por exemplo, 1/2 era um símbolo, 3/4 era outro, etc, mas tinham uma regra geral.        
Em particular, as frações do tipo 1/2^n (que seriam tipo 1/2, 1/4, 1/8, 1/16, 1/32…) tinham símbolos especiais, e associação desses símbolos, do 1/2 até o 1/64 é o olho de Hórus. Por detrás disso está um conceito matemático denominado série infinita, que basicamente é: 1/2 + 1/4 + 1/8 + 1/16 + 1/32 … = 1                       
Não se sabe se os egípcios acreditavam que a série terminava no 1/64 (talvez não conseguissem  diferenciar frações menores que essa, a ideia seria que todos juntos formariam a unidade.               

É interessante também que cada fração representaria um sentido, ou seja, a visão, o olfato, o paladar, o tato, a audição, e o sexto sentido, que seria o pensamento. A figura mostra, no olho de Hórus e quais são os símbolos de cada fração:

1/2 representa o olfato
1/4 representa a visão       
1/8 representa o pensamento, que seria a sobrancelha.      
1/16 representa a audição           
1/32 representa o paladar, uma linguinha bem comprida.   
1/64 representa o tato, que seriam as duas perninhas em contato com o mundo embaixo.


O que significa Rx?


O que significa o símbolo da farmácia e da moderna prescrição, Rx?      

Presente sempre no topo das prescrições, antecedendo a formulação, este símbolo tem várias explicações quanto ao seu significado.

A explicação mais simples é que Rx é uma abreviação para a palavra latina recipere ou recipe, que significa “faça uso de”.           

Antes dos medicamentos industrializados, os apotecários (também conhecidos com doutores), podiam vender prescrever uma formulação. Eles podiam misturar os diversos componentes para obter um medicamento ou remédio.
Nos Estados Unidos, penas no início do século XIX é que ocorreu a diferenciação entre os apotecários, originando e os farmacêuticos e os médicos, tal qual os conhecemos.         
Na Europa, por exemplo, esta distinção já existia desde o século XIV, quando Frederico III separou oficialmente a farmácia da medicina.         

De acordo com a XIX Edição do Pharmaceutical Handbook, Rx significa “fiat mistura”, ou seja, preparar a mistura, manipular a mistura. Em algumas prescrições o Rx inicial é substituído pelo F.S.A (Fiat Secumdum Artem), ou faça-se segundo a arte.                    

Inicialmente, o símbolo era representado com um R, cuja “perna” diagonal era cortada por um pequeno traço diagonal, formando um x.    

Esta representação nos leva a uma outra: o símbolo Rx não é, como geralmente se acredita, a abreviação de recipe, mas sim uma outra coisa: uma invocação ao deus Júpiter. Segundo o livro “Devils, Drugs and Doctors, de 1931″, o símbolo Rx é uma invocação ao deus Júpiter, para que auxilie na efetividade do tratamento. Em alguns manuscritos médicos antigos, o “R” é atribuído ao deus Júpiter, e o “Rx” (ou seja, um “R” com a perna cortada) é uma corruptela deste símbolo ancestral.
Outra explicação possível é que o símbolo seja derivado o Olho de Hórus.
A palavra farmácia, criada na idade média, deriva do grego pharmakeia, que por sua vez deriva de pharmakón, o que significa, medicamento, veneno ou alimento.

Apesar de verdadeira história da farmácia começar na China (com o Pen-T-Sao, ou Livro das Ervas), a compilação mais famosa é o Papiro de Ebers, datado de 1500 AC (provavelmente uma compilação dos Livros de Thoth, datado de 3000 AC).       

Nestes manuscritos egípcios, está grafado o termo Ph-ar-maki (que significa “o guardião da seguridade”), atribuído ao deus Thoth, patrono dos médicos, e que recolocou, por meio de sua magia, o Olho de Hórus novamente no lugar.

A farmácia na Europa foi derivada da tradição grega, mas foi “contaminada” com influencias egípcias e asiáticas, além do árabe. Assim, o Olho de Hórus pode ser a maior influência no símbolo da prescrição farmacêutica, o Rx.

Cobra enrolada na Taça

cobra enrolada na taça é conhecida como o símbolo da farmácia, e tem origem na Antiguidade grega. Segundo as literaturas antigas, o símbolo da farmácia ilustra o poder (taça) da cura (cobra). Existe a lenda que conta que uma cobra enrolou-se no cajado de Hipócrates e quando estava para picá-lo, ele olhou para a serpente e disse: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”. Então ele pegou a taça onde fazia misturas de ervas medicinais, colocou leite e ofereceu à serpente, esta desceu do cajado, enrolou-se na taça e bebeu o leite. Desta forma criou-se o símbolo da medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o símbolo da farmácia (a cobra envolvendo a taça).


Outra lenda sobre a origem do símbolo de farmácia está relacionada  A Lenda do Centauro Chiron

Ao contrário da maioria dos de sua raça, caracterizados pela selvageria e violência, se dedicou aos conhecimentos de cura. Teve como um dos seus discípulos o deus Asclépio (também denominado Esculápio), ao qual ensinou os segredos das ervas medicinais. Asclépio se tornou o deus da saúde e tinha como símbolo um cetro com duas serpentes nele enroladas. Contudo, ele não utilizava seu conhecimento somente para salvar vidas, mas usava seu poder para inclusive ressuscitar pessoas. Descontente com a quebra do ciclo natural da vida, Zeus resolveu intervir. Os deuses entraram então em batalha e Zeus acabou matando Asclépio com um raio. Com a morte de Asclépio, a saúde passou a ser responsabilidade de sua filha Hígia, que se tornou dessa maneira a deusa da saúde. Hígia tinha como símbolo uma taça que com sua promoção foi adicionada por uma serpente nela enrolada. Essa serpente é, obviamente, uma representação do legado de seu pai. Assim o símbolo de Hígia da taça com a serpente se tornou, posteriormente, o símbolo da Farmácia.

Pedra

No Brasil, o Conselho Federal de Farmácia, em sua resolução no. 471 de 28 de fevereiro de 2008, estabelece o Topázio Imperial Amarelo como a pedra oficial da Farmácia. É uma pedra preciosa que significa sabedoria. Ativa o intelecto, a comunicação, a concentração, a disciplina, a atenção aos detalhes e a harmonia do todo.

Cor da faixa da beca

A cor amarela simboliza saúde, perseverança, naturalidade, limpeza, juventude e natureza. Estimula equilíbrio e cura.


Cruz grega verde

Em Portugal e alguns outros países, usa-se uma cruz grega verde para assinalar uma farmácia.

Santa Gemma Galgani: Padroeira dos Farmacêuticos

 

Quinta filha de uma família de oito irmãos, Gemma Galgani nasceu, a 12 de março de 1878, em Comigliano, um vilarejo próximo a Lucca, na Itália. O pai foi um próspero farmacêutico e sua mãe era, também, de origem nobre. Portanto, uma família católica tradicional.

Desde muito cedo, a menina ajudou o pai em seu trabalho de farmacêutico, e se comove, diante do sofrimento das pessoas.  Aos oito anos de idade, Gemma perde a mãe e é enviada pelo pai a um semi-internato católico, em Lucca. Mais tarde, no colégio, ela reflete sobre sua vida e diz estar "no Paraíso". Apesar da pouca idade para a época, aos nove anos, é autorizada a receber a primeira comunhão.

Aos 19 anos, Gemma Galgani perdeu o pai, vítima de sua generosidade e falta de escrúpulos de seus interlocutores nos negócios e sérios problemas com credores. Os filhos são deixados sem nada, o que torna difíceis as suas vidas.

Após esses acontecimentos, Gemma adoece.  Teve meningite, que a deixou temporariamente surda. Desenvolveu uma curvatura na espinha e grandes abscessos se formaram em sua cabeça. Os seus cabelos caíram e a sua ruína física culminou com a paralisia dos membros.  Várias tentativas foram empregadas para sua cura, porém sem sucesso.

VISÕES - Gemma torna-se devota de São Gabriel. Acamada pela doença, lê a história de sua vida. Um dia, praticamente em seu leito de morte, recebe uma novena como a única esperança de cura e, no dia 23 de fevereiro de 1899, à meia-noite, diz ver o anjo Gabriel aparecer à sua frente e lhe pedir para rezar com fé, todas as noites, ao Sagrado Coração de Jesus. O anjo diz-lhe, ainda, que, até o fim da novena, virá, diariamente à noite, para rezar com ela. Na primeira sexta-feira de março, a novena terminava e Gemma Galgani estava completamente curada de sua doença.

Ela tinha, então, 20 anos e uma saúde perfeita. Desejava ser freira, mas isso não aconteceu, pois, segundo a própria, Deus tinha outros planos para ela. No dia oito de julho do mesmo ano (1899), após receber a comunhão, a Virgem Maria aparece a Gemma e lhe diz que seu Filho deseja lhe dar uma graça, segundo os historiadores. Ela volta para casa, reza e, entrando em êxtase, vê novamente a Virgem dizer: "Eu serei uma mãe para ti, e tu serás uma verdadeira filha". Dizem, ainda, os historiadores que, nesse momento, a Santíssima Virgem a cobre com o seu manto e ela vê Jesus Cristo.

Aos 21 anos, ela foi adotada por uma família italiana, os Giannini, com 11 filhos. Com eles, viveu por três anos e oito meses, ajudando nas tarefas da casa, mas ainda sobrava tempo para as orações e missas. Gemma assistia a duas missas e comungava uma vez por dia.

MORTE - Em 1902, Gemma se ofereceu a Deus como vítima pela salvação das almas e adoece, novamente. Testemunhas contam que ela expelia sangue com violentas palpitações. No dia 11 de abril de 1903, ela faleceu, em seu leito. Apesar da violência da doença, ainda, mantinha traços de sua beleza angelical e humildade.

PADROEIRA - As autoridades da Igreja começam a estudar a sua vida, em 1917, e, em 14 de maio de 1933, foi beatificada e finalmente canonizada, em 2 de março de 1940. Em 1945, os farmacêuticos de Botucatu, cidade do interior de São Paulo, elegem Santa Gemma Galgani como padroeira dos farmacêuticos, passando a ser reconhecida, em todo o território nacional.

 20 de janeiro – Dia Nacional dos Farmacêuticos

 

Em 3 de Novembro de 2010 o Senado aprovou o projeto de Lei PLC 145/08 instituindo dessa forma oficialmente o Dia Nacional do Farmacêutico no Brasil.
A data foi escolhida por um fato histórico, no dia 20 de janeiro de 1916, foi fundada a Associação Brasileira de Farmacêuticos (A.B.F), no Rio de Janeiro.
Sempre havia uma reunião de confraternização nessa data, até que o Dr. Otto Cezar Granado, com a aprovação dos demais colegas de profissão, resolveu oficializá-la como o Dia do Farmacêutico.
Há que dizer-se que, em São Paulo, alguns profissionais da área propuseram que a data fosse alterada para 03 de setembro, dia do nascimento de Rodolfo Albino; outros sugeriram que a data coincidisse com a da fundação da primeira Faculdade de Farmácia do Brasil, entre outras datas.
O fato é que o consenso da classe farmacêutica no Brasil, representada por seus órgãos de classe como Conselhos e Associações, mantiveram a tradição do dia 20 de janeiro, quando em 2010 o projeto de lei apresentado pelas deputadas Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Alice Portugal (PCdoB-BA) foi aprovado pelo Senado.

1º de Dezembro – Dia Pan-Americano dos Farmacêuticos

No Primeiro Congresso Pan-Americano de Farmácia realizado de 1 a 08 de dezembro de 1948, na Academia de Ciências Médicas, Físicas e Naturais de Havana, Cuba, foi assinado a resolução que consagra o 01 de dezembro de cada ano como o Dia Pan-Americano de Farmácia, em comemoração ao Congresso e aos Farmacêuticos em honra das Américas.

25 de setembro – Dia Internacional dos Farmacêuticos

 

A Federação Internacional Farmacêutica (FIP) instituiu, por meio de votação realizada, no dia 28 de agosto de 2010 , 25 de setembro como o Dia Internacional dos Farmacêuticos. A votação foi realizada durante o 70º Congresso da FIP, em Lisboa, Portugal.  A instituição escolheu esse dia para que os farmacêuticos pensem nesta data, não só como um dia comemorativo, mas como um momento de reflexão sobre a profissão, além de dar unidade entre a categoria, no mundo inteiro.
É inegável o valor do Farmacêutico para a prevenção, tratamento e cura de doenças, assim como é inegável o crescimento e diversidade das atividades que podem ser exercidas por este profissional. Mas o convite da FIP não diz respeito a este tipo de reflexão e, sim, à essência de ser Farmacêutico.
A Farmácia desenvolveu-se e acompanhou a onda tecnológica que invade todos os campos do saber, nas últimas décadas, mas tem algo que a faz especial: o desejo de servir, de cuidar da saúde do próximo. É deste sentimento que devemos nos alimentar, ao refletir sobre nossa atividade.
Na ocasião, o presidente do Conselho Federal de Farmácia do Brasil, Jaldo de Souza, defendeu o fortalecimento da assistência farmacêutica nos países sul-americanos. Ele pediu ainda urgência na adoção, por parte das autoridades sanitárias do Continente, de políticas públicas que incluam os cuidados farmacêuticos no contexto da saúde pública.

Fontes: cff.org.br
ecofarmajr.com.br
pfarma.com.br
colfardmcyem.org
mtecbo.gov.br
unifenas.br
Wikipedia

Professor Paludetti em Memória da Farmácia
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