Parecer positivo do CHMP é mais
um passo importante para tornar Avastin® (bevacizumabe) disponível para
mulheres com câncer de ovário
A Roche anunciou que o Comitê de
Medicamentos para Uso Humano (CHMP) emitiu um parecer positivo sobre o uso de
Avastin® (bevacizumabe) combinado à quimioterapia (carboplatina e gencitabina)
para tratamento de mulheres com câncer de ovário recorrente, sensível à
platina.
O câncer de ovário tem a maior
taxa de mortalidade de todos os cânceres ginecológicos. Quase 230.000 novos
casos são diagnosticados todos os anos em mulheres do mundo inteiro; muitas
delas já têm doença avançada, que recorre após o tratamento inicial.
Considera-se que as pacientes têm doença “sensível à platina” se o câncer
de ovário retorna mais de seis meses após o término da última quimioterapia à
base de platina. Em um estudo de fase III (OCEANS) em pacientes com
doença sensível à platina, foi demonstrado que mulheres tratadas com a
combinação de Avastin® (bevacizumabe) e quimioterapia seguida de Avastin®
(bevacizumabe) isoladamente viveram significativamente mais tempo sem piora da
doença (sobrevida livre de progressão), em comparação às que receberam apenas
quimioterapia.
“O parecer positivo do CHMP é uma
notícia animadora para mulheres com câncer de ovário recorrente, uma doença que
teve poucos avanços em sua terapêutica na última década,” disse o Dr. Hal
Barron, Diretor Médico e Diretor Global de Desenvolvimento de Produtos da
Roche. “A aprovação do uso em mulheres com doença recorrente seria outro
avanço significativo depois da aprovação de Avastin® (bevacizumabe), no ano
passado, para tratamento de mulheres com câncer de ovário primário”. Avastin®
(bevacizumabe) para tratamento do câncer de ovário foi aprovado na Europa em
2011.
O suprimento sanguíneo
independente é crítico para que o tumor cresça além de determinado tamanho (2
mm) e se dissemine para outras partes do corpo (metástases). Os tumores
desenvolvem seu próprio suprimento sanguíneo por meio de um processo chamado
angiogênese, no qual é liberado o fator de crescimento do endotélio vascular (VEGF)
essencial para o crescimento tumoral. Avastin® (bevacizumabe) é um anticorpo
que inibe o VEGF, proporcionando controle contínuo do tumor. A inibição do VEGF
por Avastin® (bevacizumabe) permite que ele atue de modo eficaz em combinação
com diversos tipos de quimioterapia e outros tratamentos antineoplásicos, com
impacto adicional limitado nos efeitos colaterais dessas terapias.
O CHMP apoiou o uso de Avastin®
(bevacizumabe) combinado com carboplatina e gencitabina para tratamento de
pacientes adultas com câncer epitelial de ovário recorrente, câncer da tuba
uterina ou peritoneal primário, sensível à platina. Os pacientes não poderiam
ter sido tratados com bevacizumabe ou com outros inibidores de VEGF ou agentes
direcionados para o receptor de VEGF. Avastin® (bevacizumabe) foi administrado
em combinação com quimioterapia à base de carboplatina e gencitabina por seis a
dez ciclos, seguidos do uso contínuo de Avastin® (bevacizumabe) como agente
único até a progressão da doença. A dose recomendada de Avastin® (bevacizumabe)
é de 15 mg/kg de peso corporal, uma vez cada três semanas, por infusão
intravenosa.
Sobre o câncer ovariano
O câncer de ovário é o oitavo
tipo de câncer mais comumente diagnosticado em mulheres e a sétima causa de
morte por câncer feminino em todo o mundo. Estima-se que, todos os anos, sejam
diagnosticados 230.000 novos casos de câncer ovariano no mundo, e que cerca de
140.000 mulheres morram em decorrência dessa doença. A cirurgia com o objetivo
de remover o máximo possível do tumor é a base do tratamento, mas
infelizmente, a maioria dos casos é diagnosticada em estágio avançado da doença
(quando o câncer já cresceu ou se espalhou) e necessita de outro tratamento
adicional. Considera-se que as pacientes têm doença “sensível à platina” se o
câncer de ovário retorna mais de seis meses após o término da última
quimioterapia à base de platina.
O câncer de ovário está associado
a elevadas concentrações do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF),
uma proteína implicada no crescimento e na disseminação do tumor. Estudos
mostram que, em mulheres com câncer de ovário, existe correlação entre as
elevadas concentrações de VEGF, o agravamento da doença e um pior prognóstico.
Avastin® (bevacizumabe) foi projetado para agir especificamente contra o
VEGF.
Sobre Avastin® (bevacizumabe): Em
2004, após ser aprovado pela primeira vez nos EUA para tratamento do câncer
colorretal avançado, Avastin® (bevacizumabe) se tornou a primeira terapia
antiangiogênica disponível em grande escala para tratamento de pacientes com
câncer avançado.
Hoje, Avastin® (bevacizumabe)
continua transformando o tratamento do câncer, oferecendo benefícios
comprovados em termos de sobrevida (sobrevida global e/ou sobrevida livre de
progressão da doença) a pacientes com vários tipos de câncer. No Brasil,
Avastin® (bevacizumabe) está aprovado para tratamento de estágios avançados de
câncer colorretal, câncer de mama, câncer pulmonar de células não pequenas e
câncer renal. Na Europa, Avastin® (bevacizumabe) está aprovado para
tratamento de estágios avançados de câncer colorretal, câncer de mama, câncer
pulmonar de células não pequenas, câncer renal e câncer de ovário, e nos EUA,
está disponível para tratamento de pacientes com câncer colorretal, câncer de
pulmão de células não pequenas e câncer renal. Além disso, Avastin®
(bevacizumabe) está aprovado nos EUA e em pelo menos outros 30 países para
tratamento de pacientes com glioblastoma (um tipo de câncer do cérebro).
Avastin® (bevacizumabe) está aprovado no Japão para tratamento de estágios
avançados de câncer colorretal, câncer de mama e câncer de pulmão de células
não pequenas. Avastin® (bevacizumabe) é a única terapia antiangiogênese
disponível para tratamento de diversos tipos de câncer avançado que, em
conjunto, causam mais de 2,5 milhões de mortes todos os anos.
Avastin® (bevacizumabe) tornou a
terapia antiangiogênese um pilar fundamental do atual tratamento do câncer:
mais de um milhão de pacientes já foram tratados com Avastin® (bevacizumabe).
Um programa clínico abrangente, com mais de 500 estudos clínicos em andamento
está investigando o uso de Avastin® (bevacizumabe) em mais de 50 tipos de
tumor.
Sobre a Roche
Com sede em Basileia, na Suíça, a
Roche é uma das líderes mundiais na pesquisa de produtos para a saúde, atuando
fortemente e de modo combinado nas áreas farmacêutica e diagnóstica. A Roche é
a maior empresa de biotecnologia do mundo, e tem medicamentos realmente
diferenciados para as áreas de oncologia, virologia, inflamação, metabolismo e
SNC. Além disso, a Roche é líder mundial em diagnóstico in vitro e no diagnóstico tecidual de câncer, e pioneira no
tratamento do diabetes. A meta da estratégia de medicina personalizada da Roche
é oferecer medicamentos e recursos para diagnóstico que possibilitem melhoras
tangíveis na saúde, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Em 2011, a
Roche tinha mais de 80 mil funcionários em todo o mundo, e investiu mais de 8
bilhões de francos suíços em P&D. O Grupo registrou vendas de 42,5 bilhões
de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é uma subsidiária integral
do Grupo Roche. A Roche tem participação majoritária na Chugai Pharmaceutical,
do Japão. Mais informações: www.roche.com.
Todas as marcas utilizadas ou
mencionadas neste comunicado são protegidas por lei.
Informações adicionais
- Roche na Oncologia: www.roche.com/media/media_backgrounder/media_oncology.htm
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